terça-feira, 22 de outubro de 2013

O Projeto (depois de censurado); chega à simbólica e mágica vitória: são mais de 449 vozes a partilhar e curtir essa teimosia ancestral que chamo: Macumbaria Poética – Arte Ancestralidade!

O Projeto (depois de censurado); chega à simbólica e mágica vitória: são mais de 449 vozes a partilhar e curtir essa teimosia ancestral que chamo: Macumbaria Poética – Arte Ancestralidade!

https://myspace.com/macumbaria.poetica
https://soundcloud.com/jos-geraldo-neres

Meu novo projeto e som: macumbaria poética - primeiro ato, em mp3, com direção e participação de Márcio Barreto (Percutindo Mundos); Peço Licença! EXÚ (O Guardião: “Àquele que vive a noite, que nos livre das emboscadas”)! LARÓYÈ! 

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

"Macumbaria poética" -Peço Licença! EXÚ (O Guardião: “Àquele que vive a noite, que nos livre das emboscadas”)! LARÓYÈ!

Quer escutar o primeiro ato do projeto (música inédita): "Macumbaria poética" -Peço Licença! EXÚ (O Guardião: “Àquele que vive a noite, que nos livre das emboscadas”)! LARÓYÈ! 

Direção e participação de Márcio Barreto (Percutindo Mundos). 

É Myspace! - https://myspace.com/macumbaria.poetica

Há um pequeno fragmento de "Olhos de Barro"; agradeço muito Editora Patuá por acreditar na minha poesia!

Vamos dialogar! Beber música ancestral, troca de saberes!
Grande dia para todos e todas, saúdo a vida, saúdo a arte de viver, a celebração e respeito: sabedoria ancestral! Agradeço ser um aprendiz e poder compartilhar e dialogar saberes!

Hábraços. Saravá & Axé!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Macumbaria Poética - Arte ancestral (DIÁLOGOS&RESPEITO=DIVERSIDADE&SABERES), (by) Negozébantupepetupinambázezinhonaladeiradoabc7golpes, e ou simplesmente: Zézinho, e ou Geraldo, e ou Neres, e ou meu nome magístico: "Nic"; aquele que vem antes do vinho; o advinho, e ou:

hoje (Leia até o final / Read to the end / Leer hasta el final): soul do sol ancestral. dá dó nas ladeiras urucun comes&damião. são dois e dois na gira a brincar de bom dia.

e fica assim:

!bate no peito. sou angola. sou a fumaça. seu medo. seu pesadelo. sou capoeira. na ladeira e na montanha. quero ver fumaça apagar o vento da criação e criar uma humanidade nova. quero meus colares e guias. quero o ouro a prata. quero a semente de aruanda. quero embolar meus irmãos e irmãs. quero ver roda girá. camará cacará. vamos embolar na capoeira. não fumaça ancestral o mundo não tem borda ou margem a gente é tudo junto e misturado. vem pra gira irmão!

?cantar minhas palavras de aprendiz ao lado de guerreiros e guerreiras: é água ancestral que me banha sempre; mas olhe a montanha: eu tenho os olhos vermelhos. não bloqueia eu mais não. (quer saber quem eu sou? olhe no seu espelho!).

-estilo: "metalforrotrashancestralnic"; macaxeira venenosa com sorvete de creme das águas garrçaaaaaaaaa. vem ai os "águias do oriente". quem vem?

-bom. queria dizer dia. queria dizer tanta coisa e talvez marcar um encontro musical com os "águias do oriente", mas você faceburro não entendi de música ou amizade além do circulo pequeno e infinito das amizades. então me passe um café. um suco. e deixa de me perguntar bobeiras. eita.

?!(7)= minha fé é meu aprendizado musical de vida e de amor. nela há música, há dança, há a pele dos atabaques ancestrais. há as ervas que iluminam e curam. há a justiça, há a criação, há a gestação, há o alimento e há fartura. há os mistérios do criador celestial (gosto de pensar nele no feminino; me desculpem mas águas tem esse sabor; bebo nesta água e continuo a viver a me renovar a celebrar a humanidade: respeito pela sabedoria e pratica dos mistérios magísticos de viver em harmonia e equilibrio natural e simples). acredito e tento fazer parte da minha caminhada de vida e aprendizado. bom dia, boa tarde, boa noite, boa de madrugadinha! amar a vida em toda sua tonalidade e intensidade e amor. sempre.

((&))=Um recado: fazer arte, é fazer arte, e não esquecer que temos que também lavar as louças, limpar a casa, e rezar para que os projetos sejam realizados, e continuar a acreditar que fazer arte é possível e necessário. Existe mais glamour em lavar, passar, limpar a casa, e continuar a acreditar que é possível acreditar algo. O sol nasce para todos; então vamos acreditar e realizar (acreditar apenas é inércia: tem que haver ação e reação). Que o Criador Maior sempre nos ilumine.

(by) Negozébantupepetupinambázezinhonaladeiradoabc7golpes, e ou simplesmente: Zézinho, e ou Geraldo, e ou Neres, e ou meu nome magístico: "Nic"; aquele que vem antes do vinho; o advinho, e ou: 
Macumbaria Poética - Arte ancestral (DIÁLOGOS&RESPEITO=DIVERSIDADE&SABERES).

---novamente digo: dia do bom dia! (quero ver esse dia!).

=desejo a você o melhor dia da sua vida, e de todas as vidas. em todos os dias: sempre e sempre. e não venha me dizer que você o sol está cansado; ele que vá escutar um pouco de música ou empinar uns anjos de rinke.

=desejo a você o melhor dia da sua vida, e de todas as vidas. em todos os dias: sempre e sempre. e não venha me dizer que você o sol está cansado; ele que vá escutar um pouco de música ou empinar uns anjos de rinke.

três é um bom número. então sol! músíca para caminhar nos trabalhos nos braços da vida! quero ver a gira gira!

Abraços a todos e todas. Saravá & Axé.
José Geraldo Neres / José Geraldo Neres / José Geraldo Neres / Macumbaria Poética - Arte ancestral / Olhos de Barro / & o Mestre Pupa Buddah Pupa

Moacir Amâncio - pó!é!tico ancestral das ladeiras e pó das ruas de andré cyti. ruas de barro cosmopolita

hoje, muito emocionado escrevo ao retornar de mais uma jornada literária e de vida; hoje finalmente pude apresentar à minha cidade mais um grande mestre de nossa literatura; e que em sua infância percorria as ruas do mesmo bairro que eu moro; e que passei boa parte de minha vida. emocionado ao ver parte de sua família. e ver tantos outros poetas e amigos ali presentes. ótimo apresentar um mestre e sentir nele parte de nossa cidade e de sua obra e jornada demiurga. muito emocionado, e realizado em abraçar um amigo em e irmão em poesia.

sabem quem?: Moacir Amâncio. sabe onde:? na casa onde o número se confunde com tantas histórias. e que refazemos as nossas. espero poder retornar e encontrar o pó!é!tico ancestral das ladeiras e pó das ruas de andré cyti. ruas de barro cosmopolita, onde as minas (+que princesas): são o berço de salomão, são joias raras: momentos de vida e renovação do diálogo ancestral de troca de saberes 

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&id=K4757988J9

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Pássaros de papel - Pájaros de papel, de José Geraldo Neres, edição bilíngüe. (mantendo o projeto original da edição artesanal DULCINÉIA CATADORA 2007), agora pela Antaura Ediciones (España).

Em breve meu primeiro livro estará nos braços de novos leitores! Qual livro? O primeiro: Pássaros de papel - Pájaros de papel, de José Geraldo Neres, edição bilíngüe. (mantendo o projeto original da edição artesanal DULCINÉIA CATADORA 2007), agora pela Antaura Ediciones.

Volume 1, capítulo I (a Dalila Teles Veras)
“gotas de dias, a janela abre, visita de vagalume”.
“gotas de días, la ventana abre, visita de luciérnaga”. 

capítulo II, (a Beth Brait Alvim)
“gênesis: relâmpago-pecado, corpos na muralha d’ água”.
“génesis: relámpago-pecado, cuerpos en la muralla de água”.

Volume 2, capítulo III, (a Claudio Willer)
“urbano: palavra sem força, brinca o silêncio”.
“urbano: palabra sin fuerza, juega el silencio”.

capítulo IV, a (Cláudio Feldman)
“ingênuo: sonho de inverno, no peito; os pássaros ciganos”.
“ingenuo: sueño de invierno, en el pecho; los pájaros gitanos”.


©Del portugués, José Geraldo Neres.
©De la traducción, Marcela Collins.
©Por la presente edición, Antaura Ediciones, 2013.
antauraediciones@hotmail.com

apresentações em português: por Ricardo Alfaya e Teruko Oda.
en español: Blanca Castellon, Oscar Portela, y Nicasio Urbina.

Obrigado Antonio Alfeca, por mais essa publicação. Obrigado.

Dulcinéia Catadora é um projeto-irmão do Eloísa Cartonera, que se propõe a oferecer a pessoas que nunca tiveram contato com a produção artística, a possibilidade de desfrutarem da criação. Todas as iniciativas do Dulcinéia Catadora têm sempre o compromisso com a distribuição do conhecimento e da renda, num ambiente de criatividade. O projeto, que tem o apoio do Movimento Nacional do Catadores de Recicláveis, trabalha com catadores de lixo, editando livros de contos e poesias com capas feitas de papelão comprado dos catadores a um real o quilo, quando eles normalmente o vendem a 30 centavos. As capas são pintadas à mão por filhos de catadores.
Agradeço e muito a Lucia Rosa por acreditar em livros/arte/humanidade.

¡Olé Arriba! ¡Llegó Gitanos! ¡Saludos a la caravana, y los hijos del viento! - minha homenagem ao saudoso Alberto Marsicano

¡Olé Arriba! ¡Llegó Gitanos! ¡Saludos a la caravana, y los hijos del viento!

Vagueamos pela Terra, nossos corações são plenos de júbilo e nossas almas plenas de sonhos (Provérbio cigano). 

Me emociono com este domingo, e como estou longe deste irmão e mestre, fica aqui minha homenagem ao saudoso Alberto Marsicano (recebi a notícia do desencarne dele: prefiro deixar este fragmento de um canto ancestral dele):

“El duende” – termo magístico utilizado pelo povo cigano para exprimir o poder mágico ou força que imanta certos artistas. É um poder, não uma atitude; é uma luta, não um conceito, e nenhuma emoção é possível sem sua mediação. 

Posso chamar de um pequeno trecho caminhando junto aos Filhos do Vento. Certamente outros detalhes de cunho magístico e religioso deveriam serem mencionados, mas como não é possível fixar o vento, o tempo escorre por entre os dedos e os carroções continuam sua jornada, e pode ser consultado/encontrado no livro “Os Ciganos na Umbanda” – Alberto Marsicano e Lurdes de Campos Vieira, (Madras).

*fragmento da palestra:“Os filhos do vento” & “O Romanceiro Cigano, do poeta espanhol Federico García Lorca” – com o poeta José Geraldo Neres, no Templo de Umbanda Pai Joaquim de Angola e Caboclo treme Terra, Dirigente Espiritual Mãe Zilda e Pai Pequeno Alexandre. Durante a FESTA ESOTÉRICA (10/07/2011)

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Gran presentación europea (y presentación universal en español) de "OTROS SILENCIOS" de José Geraldo Neres (Sevilla, Espanã)

Gran presentación europea (y presentación universal en español) de "OTROS SILENCIOS" de José Geraldo Neres, con prólogo de Claudio Willer, ilustraciones de Floriano Martins y traducción al español por Antonio Alfeca. Poesía brasileña de gran altura, a la vez entrañable y hecha con gran rigor.
El acto contará, lógicamente, con la presencia del autor, José Geraldo Neres. Taberna La Carbonería, C/ Levíes 18, Sevilla. Segunda, 26 de agosto de 2013
Horário: 21:30 até 22:30. Espanã.
https://www.facebook.com/events/1399551670261380/