terça-feira, 13 de agosto de 2013

Diálogos ancestrais: Macumbaria poética – ancestralidade

HOJE É UM DIA MÁGICO! (ou Café da manhã com mãinha: 13 de agosto). Vou ao consulado do país mais lindo do mundo: Bahia! (explico: minha mãe reconheceu minha dificuldade de falar inglês; pare logo de falar isso "very good, olhe o tamanho da sua cabeça, põe logo um chapéu branco, uma camisa de linho (e não de linha), e coloque essa cabecinha para pensar no mar e nos passarinhos. Olhe Zézinho sua cabeça é pequena, o mar também é! Então vá logo para Bahia, e pare de falar enrolado, seu cabelo é todo enluarado! Você é bahiano de alma e cabeça. Então, você vai na feira ou vai pra São Paulo? Não esquece de levar agasalho, e compre uma capanga para colocar um pedaço desse livro que você não acaba nunca. Não tá atrasado não? (Tento explicar para ela que nunca chego atrasado, mas para que perder esse momento em que sou chamado por duas vezes : que tenho uma cabeça bahiana, isso é lindo demais.

Bom dia! Abraços, beijos, Saravá & Axé!

Obs.: Minha mãe é Maria, filha de José, de Lavras da Mangabeira (Ceará), mas meu avô paterno nasceu em Montes Claros (MG); pertinho demais de lá! Eita caboclo lindo aquele Geraldo, zóis de gato!

Diálogos ancestrais: Macumbaria poética – ancestralidade.
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terça-feira, 6 de agosto de 2013

macumbaria poética - primeiro ato (em mp3, com direção e participação de Márcio Barreto, do Percutindo Mundos).

Macumbaria Poética - primeiro ato - Peço Licença! EXÚ (O Guardião: “Àquele que vive a noite, que nos livre das emboscadas”)! LARÓYÈ! 

macumbaria poética - primeiro ato (em mp3, com direção e participação de Márcio Barreto (Percutindo Mundos). 
https://soundcloud.com/jos-geraldo-neres/macumbaria-po-tica-primeiro

“Macumbaria poética – poesia ancestral”; africanidade, diversidade, e ancestralidade: (imagem poética = subversão da realidade). Projeto desenvolvido por José Geraldo Neres

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Recital dedicado a poéticas de poetas africanos e afrodescendentes de literatura de língua portuguesa

Quer conhecer um pouco de ancestralidade poético musical? Onde: Menu de Poesia, 
Dia 08/08 – quinta-feira – das 20h15 às 22h30, No Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000 – Paraiso (Estação Vergueiro do Metrô), Sala Adoniran Barbosa.

Recital dedicado a poéticas de poetas africanos e afrodescendentes de literatura de língua portuguesa. (Organizado por Maria Alice de Vasconcelos).

Poetas Convidados:

Breve palestra por Edson Cruz, e leitura de poemas por Abreu Paxe, Célia Ábila, Charles Gentil, Diogo Cardoso, Fabiano Fernandes Garcez, Ivan Carlos Regina, José Geraldo Neres, Leo Gonçalves, Luiz Ariston Dantas, Maria Fátima Araújo Vieira, Rita Alves.

Participação especial da Faculdade Zumbi dos Palmares com a presença de uma turma de alunos e breve palestra sobre literatura africana pelo Reitor José Vicente e pela Profa Ma. Ellen de Lima Souza.

Entrada franca – sem necessidade de retirada de ingressos.

http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao_literatura_poesia_2.html

Aguardamos você.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Amazon.com: Otros silencios (Spanish Edition) de José Geraldo Neres

Amazon.com: "OTROS SILENCIOS" de José Geraldo Neres, con prólogo de Claudio Willer, ilustraciones de Floriano Martins y traducción al español por Antonio Alfeca, Antaura Ediciones (2013).

OTROS SILENCIOS posee en grado excelso la belleza inherente a toda cosmogonía, firmemente asentada en un puñado de elementos que, en una suerte de alquimia, el poeta elabora como consumado demiurgo de la naturaleza, del tiempo y del espacio. Y es a la vez el poeta quien se sumerge en esa inmensa alquimia que constituye la vida, la suya propia y la de todo lo que le rodea. Una alquimia que es comunión y religión, donde la armonía es tan plena y trasciende hasta tal punto a los elementos del acontecer poético que todos ellos son a la vez agentes y pacientes de dicho acontecer y se permutan entre sí. Esa demiurgia poética está henchida por la feliz integración de dualidades vitales: una condición brasileña y unos ancestros gallegos; una mentalidad de base europea y el sentido fuertemente dionisíaco de la existencia que reside en la religión yoruba de los Orishas. Y todo ello con un respeto sagrado por el Origen. Un libro colosal de la literatura brasilera, cábala-creación de un hombre al mismo tiempo residente y viajero, fruto de un mestizaje cósmicamente entrañable. En suma, silencios que son otros: la expresión de todo un universo con el sentir de aquel niño que el poeta sigue reconociendo ser en su espléndida madurez vital: Pepe.
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(En Sevilla el día 26 de agosto de 2013 a las 21:30 horas en la Taberna La Carbonería, c/ Levíes 18, España).

http://www.amazon.com/Otros-silencios-Spanish-Edition-Geraldo/dp/149031878X/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1375213380&sr=8-1&keywords=otros+silencios

terça-feira, 23 de julho de 2013

Esse é meu grito e silêncio: "Macumbaria poética - ancestralidade"!

"Macumbaria poética - ancestralidade"!

“La poesía no quiere saber qué hay al fin del camino. La poesía busca, se contempla, se funde y se anula en las cristalizaciones del lenguaje”. Soy la ropa de arbustos donde un poeta intenta equilibrarse. La vida desnuda el reloj, las agujas disuelven al poeta en su figura negra y única. Sombra en busca del poema. Danza de símbolos a la eterna busca del hombre  que un día podré ser. // Cuerpo dividido, dispersándose en la medida que leo lo que escribo. //  Yo no existo aquí mismo. El poema mal sabe de mí. (fragmento dell libro “Otros silencios, de José Geraldo Neres, con prólogo de Claudio Willer e ilustraciones de Floriano Martins, traducción al español por Antonio Alfeca, Antaura Ediciones, 2013.)


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"A poesia não quer saber o que há no fim do caminho. A poesia procura, se contempla, se funde e se anula nas cristalizações da linguagem". Sou a roupa de arbustos onde um poeta tenta se equilibrar. A vida despe o relógio, os ponteiros dissolvem o poeta em sua figura negra e única. Sombra na busca do poema. Dança de símbolos na eterna busca do homem que um dia poderei ser. // Corpo dividido, dispersando-se na medida que leio o que escrevo. // Eu não existo aqui mesmo. O poema mal sabe de mim. (fragmento do livro: Outros silêncios, de José Geraldo Neres, Ed. Escrituras, 2009, Brasil).







“La poesía no quiere saber qué hay al fin del camino. La poesía busca, se contempla, se funde y se anula en las cristalizaciones del lenguaje”. Soy la ropa de arbustos donde un poeta intenta equilibrarse. La vida desnuda el reloj, las agujas disuelven al poeta en su figura negra y única. Sombra en busca del poema. Danza de símbolos a la eterna busca del hombre  que un día podré ser. // Cuerpo dividido, dispersándose en la medida que leo lo que escribo. //  Yo no existo aquí mismo. El poema mal sabe de mí. (fragmento dell libro “Otros silencios, de José Geraldo Neres, con prólogo de Claudio Willer e ilustraciones de Floriano Martins, traducción al español por Antonio Alfeca, Antaura Ediciones, 2013.)


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"A poesia não quer saber o que há no fim do caminho. A poesia procura, se contempla, se funde e se anula nas cristalizações da linguagem". Sou a roupa de arbustos onde um poeta tenta se equilibrar. A vida despe o relógio, os ponteiros dissolvem o poeta em sua figura negra e única. Sombra na busca do poema. Dança de símbolos na eterna busca do homem que um dia poderei ser. // Corpo dividido, dispersando-se na medida que leio o que escrevo. // Eu não existo aqui mesmo. O poema mal sabe de mim. (fragmento do livro: Outros silêncios, de José Geraldo Neres, Ed. Escrituras, 2009, Brasil).

terça-feira, 9 de julho de 2013

Neres recomeçou a pintar: "Macumbaria poética - ancestralidade"

Neres recomeçou a pintar: "Macumbaria poética - ancestralidade"

Esse é meu grito. Meu silêncio: "Macumbaria poética - ancestralidade"!

Meu protesto/pro-texto/pro-ancestralidade? Um oceano separa minhas mãos, mas bebo na água ancestral; minhas raízes! Quero cavar fundo meus ossos e descobrir qual a mãe primeira & a infância: todas!






Quem puder divulgar: agradeço e muito. Abraços.


"Macumbaria poética - ancestralidade"

Neres recomeçou a cantar: "MACUMBARIA POÉTICA"

José Geraldo Neres & Amigos= "MACUMBARIA POÉTICA").

Apresentado durante a apresentação do livro "Radovan Ivsic - Poesia Reunida", Lumme Editor, tradução de Eclair Antonio Almeida Filho, 1ª edição 2013.

Contando com a presença de AnnieLe Brun (Viúva do poeta Radovan Ivsic; importante escritora, poeta e crítica de arte/literatura francesa), e importantes acadêmicos e escritores brasileiros.
https://www.facebook.com/josegeraldoneres/posts/377810665658310