Gran presentación europea (y presentación universal en español) de "OTROS SILENCIOS" de José Geraldo Neres, con prólogo de Claudio Willer, ilustraciones de Floriano Martins y traducción al español por Antonio Alfeca. Poesía brasileña de gran altura, a la vez entrañable y hecha con gran rigor.
El acto contará, lógicamente, con la presencia del autor, José Geraldo Neres. Taberna La Carbonería, C/ Levíes 18, Sevilla. Segunda, 26 de agosto de 2013
Horário: 21:30 até 22:30. Espanã.
https://www.facebook.com/events/1399551670261380/
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Diálogos ancestrais: Macumbaria poética – ancestralidade
HOJE É UM DIA
MÁGICO! (ou Café da manhã com mãinha: 13 de agosto). Vou ao consulado do país
mais lindo do mundo: Bahia! (explico: minha mãe reconheceu minha dificuldade de
falar inglês; pare logo de falar isso "very good, olhe o tamanho da sua
cabeça, põe logo um chapéu branco, uma camisa de linho (e não de linha), e
coloque essa cabecinha para pensar no mar e nos passarinhos. Olhe Zézinho sua
cabeça é pequena, o mar também é! Então vá logo para Bahia, e pare de falar
enrolado, seu cabelo é todo enluarado! Você é bahiano de alma e cabeça. Então,
você vai na feira ou vai pra São Paulo? Não esquece de levar agasalho, e compre
uma capanga para colocar um pedaço desse livro que você não acaba nunca. Não tá
atrasado não? (Tento explicar para ela que nunca chego atrasado, mas para que
perder esse
momento em que sou chamado por duas vezes : que
tenho uma cabeça bahiana, isso é lindo demais.
Bom dia! Abraços, beijos, Saravá & Axé!
Obs.: Minha mãe é Maria, filha de José, de Lavras da Mangabeira (Ceará), mas meu avô paterno nasceu em Montes Claros (MG); pertinho demais de lá! Eita caboclo lindo aquele Geraldo, zóis de gato!
Diálogos ancestrais: Macumbaria poética – ancestralidade.
Curta a fanpage do projeto (https://www.facebook.com/ MacumbariaPoetica)
Bom dia! Abraços, beijos, Saravá & Axé!
Obs.: Minha mãe é Maria, filha de José, de Lavras da Mangabeira (Ceará), mas meu avô paterno nasceu em Montes Claros (MG); pertinho demais de lá! Eita caboclo lindo aquele Geraldo, zóis de gato!
Diálogos ancestrais: Macumbaria poética – ancestralidade.
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terça-feira, 6 de agosto de 2013
macumbaria poética - primeiro ato (em mp3, com direção e participação de Márcio Barreto, do Percutindo Mundos).
Macumbaria Poética - primeiro ato - Peço Licença! EXÚ (O Guardião: “Àquele que vive a noite, que nos livre das emboscadas”)! LARÓYÈ!
macumbaria poética - primeiro ato (em mp3, com direção e participação de Márcio Barreto (Percutindo Mundos).
https://soundcloud.com/jos-geraldo-neres/macumbaria-po-tica-primeiro
“Macumbaria poética – poesia ancestral”; africanidade, diversidade, e ancestralidade: (imagem poética = subversão da realidade). Projeto desenvolvido por José Geraldo Neres
macumbaria poética - primeiro ato (em mp3, com direção e participação de Márcio Barreto (Percutindo Mundos).
https://soundcloud.com/jos-geraldo-neres/macumbaria-po-tica-primeiro
“Macumbaria poética – poesia ancestral”; africanidade, diversidade, e ancestralidade: (imagem poética = subversão da realidade). Projeto desenvolvido por José Geraldo Neres
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Recital dedicado a poéticas de poetas africanos e afrodescendentes de literatura de língua portuguesa
Quer conhecer um pouco de ancestralidade poético musical? Onde: Menu de Poesia,
Dia 08/08 – quinta-feira – das 20h15 às 22h30, No Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000 – Paraiso (Estação Vergueiro do Metrô), Sala Adoniran Barbosa.
Recital dedicado a poéticas de poetas africanos e afrodescendentes de literatura de língua portuguesa. (Organizado por Maria Alice de Vasconcelos).
Poetas Convidados:
Breve palestra por Edson Cruz, e leitura de poemas por Abreu Paxe, Célia Ábila, Charles Gentil, Diogo Cardoso, Fabiano Fernandes Garcez, Ivan Carlos Regina, José Geraldo Neres, Leo Gonçalves, Luiz Ariston Dantas, Maria Fátima Araújo Vieira, Rita Alves.
Participação especial da Faculdade Zumbi dos Palmares com a presença de uma turma de alunos e breve palestra sobre literatura africana pelo Reitor José Vicente e pela Profa Ma. Ellen de Lima Souza.
Entrada franca – sem necessidade de retirada de ingressos.
http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao_literatura_poesia_2.html
Aguardamos você.
Dia 08/08 – quinta-feira – das 20h15 às 22h30, No Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000 – Paraiso (Estação Vergueiro do Metrô), Sala Adoniran Barbosa.
Recital dedicado a poéticas de poetas africanos e afrodescendentes de literatura de língua portuguesa. (Organizado por Maria Alice de Vasconcelos).
Poetas Convidados:
Breve palestra por Edson Cruz, e leitura de poemas por Abreu Paxe, Célia Ábila, Charles Gentil, Diogo Cardoso, Fabiano Fernandes Garcez, Ivan Carlos Regina, José Geraldo Neres, Leo Gonçalves, Luiz Ariston Dantas, Maria Fátima Araújo Vieira, Rita Alves.
Participação especial da Faculdade Zumbi dos Palmares com a presença de uma turma de alunos e breve palestra sobre literatura africana pelo Reitor José Vicente e pela Profa Ma. Ellen de Lima Souza.
Entrada franca – sem necessidade de retirada de ingressos.
http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao_literatura_poesia_2.html
Aguardamos você.
terça-feira, 30 de julho de 2013
Amazon.com: Otros silencios (Spanish Edition) de José Geraldo Neres
Amazon.com: "OTROS SILENCIOS" de José Geraldo Neres, con prólogo de Claudio Willer, ilustraciones de Floriano Martins y traducción al español por Antonio Alfeca, Antaura Ediciones (2013).
OTROS SILENCIOS posee en grado excelso la belleza inherente a toda cosmogonía, firmemente asentada en un puñado de elementos que, en una suerte de alquimia, el poeta elabora como consumado demiurgo de la naturaleza, del tiempo y del espacio. Y es a la vez el poeta quien se sumerge en esa inmensa alquimia que constituye la vida, la suya propia y la de todo lo que le rodea. Una alquimia que es comunión y religión, donde la armonía es tan plena y trasciende hasta tal punto a los elementos del acontecer poético que todos ellos son a la vez agentes y pacientes de dicho acontecer y se permutan entre sí. Esa demiurgia poética está henchida por la feliz integración de dualidades vitales: una condición brasileña y unos ancestros gallegos; una mentalidad de base europea y el sentido fuertemente dionisíaco de la existencia que reside en la religión yoruba de los Orishas. Y todo ello con un respeto sagrado por el Origen. Un libro colosal de la literatura brasilera, cábala-creación de un hombre al mismo tiempo residente y viajero, fruto de un mestizaje cósmicamente entrañable. En suma, silencios que son otros: la expresión de todo un universo con el sentir de aquel niño que el poeta sigue reconociendo ser en su espléndida madurez vital: Pepe.
---
(En Sevilla el día 26 de agosto de 2013 a las 21:30 horas en la Taberna La Carbonería, c/ Levíes 18, España).
http://www.amazon.com/Otros-silencios-Spanish-Edition-Geraldo/dp/149031878X/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1375213380&sr=8-1&keywords=otros+silencios
OTROS SILENCIOS posee en grado excelso la belleza inherente a toda cosmogonía, firmemente asentada en un puñado de elementos que, en una suerte de alquimia, el poeta elabora como consumado demiurgo de la naturaleza, del tiempo y del espacio. Y es a la vez el poeta quien se sumerge en esa inmensa alquimia que constituye la vida, la suya propia y la de todo lo que le rodea. Una alquimia que es comunión y religión, donde la armonía es tan plena y trasciende hasta tal punto a los elementos del acontecer poético que todos ellos son a la vez agentes y pacientes de dicho acontecer y se permutan entre sí. Esa demiurgia poética está henchida por la feliz integración de dualidades vitales: una condición brasileña y unos ancestros gallegos; una mentalidad de base europea y el sentido fuertemente dionisíaco de la existencia que reside en la religión yoruba de los Orishas. Y todo ello con un respeto sagrado por el Origen. Un libro colosal de la literatura brasilera, cábala-creación de un hombre al mismo tiempo residente y viajero, fruto de un mestizaje cósmicamente entrañable. En suma, silencios que son otros: la expresión de todo un universo con el sentir de aquel niño que el poeta sigue reconociendo ser en su espléndida madurez vital: Pepe.
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(En Sevilla el día 26 de agosto de 2013 a las 21:30 horas en la Taberna La Carbonería, c/ Levíes 18, España).
http://www.amazon.com/Otros-silencios-Spanish-Edition-Geraldo/dp/149031878X/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1375213380&sr=8-1&keywords=otros+silencios
terça-feira, 23 de julho de 2013
Esse é meu grito e silêncio: "Macumbaria poética - ancestralidade"!
"Macumbaria poética - ancestralidade"!
“La poesía no quiere saber qué hay al fin del camino. La poesía busca, se contempla, se funde y se anula en las cristalizaciones del lenguaje”. Soy la ropa de arbustos donde un poeta intenta equilibrarse. La vida desnuda el reloj, las agujas disuelven al poeta en su figura negra y única. Sombra en busca del poema. Danza de símbolos a la eterna busca del hombre que un día podré ser. // Cuerpo dividido, dispersándose en la medida que leo lo que escribo. // Yo no existo aquí mismo. El poema mal sabe de mí. (fragmento dell libro “Otros silencios, de José Geraldo Neres, con prólogo de Claudio Willer e ilustraciones de Floriano Martins, traducción al español por Antonio Alfeca, Antaura Ediciones, 2013.)
---
"A poesia não quer saber o que há no fim do caminho. A poesia procura, se contempla, se funde e se anula nas cristalizações da linguagem". Sou a roupa de arbustos onde um poeta tenta se equilibrar. A vida despe o relógio, os ponteiros dissolvem o poeta em sua figura negra e única. Sombra na busca do poema. Dança de símbolos na eterna busca do homem que um dia poderei ser. // Corpo dividido, dispersando-se na medida que leio o que escrevo. // Eu não existo aqui mesmo. O poema mal sabe de mim. (fragmento do livro: Outros silêncios, de José Geraldo Neres, Ed. Escrituras, 2009, Brasil).
“La poesía no quiere saber qué
hay al fin del camino. La poesía busca, se contempla, se funde y se
anula en las cristalizaciones del lenguaje”. Soy la ropa de arbustos
donde un poeta
intenta equilibrarse.
La vida desnuda el reloj, las agujas
disuelven al poeta en su figura negra y única. Sombra en busca del poema. Danza de símbolos a la eterna
busca del hombre que un día podré ser.
// Cuerpo dividido,
dispersándose en la medida
que leo lo que escribo. // Yo no existo aquí mismo. El poema
mal sabe de mí. (fragmento dell libro “Otros silencios, de José Geraldo Neres, con prólogo de
Claudio Willer e ilustraciones de Floriano Martins, traducción al español por
Antonio Alfeca, Antaura Ediciones, 2013.)
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"A poesia não quer saber o que há no fim do caminho. A poesia procura, se
contempla, se funde e se anula nas cristalizações da linguagem". Sou a roupa
de arbustos onde um poeta tenta se equilibrar. A vida despe o relógio, os
ponteiros dissolvem o poeta em sua figura negra e única. Sombra na busca
do poema. Dança de símbolos na eterna busca do homem que um dia poderei ser.
// Corpo dividido, dispersando-se na medida que leio o que escrevo.
// Eu não existo aqui mesmo. O poema mal sabe de mim. (fragmento do livro:
Outros silêncios, de José Geraldo Neres, Ed. Escrituras, 2009, Brasil).
terça-feira, 9 de julho de 2013
Neres recomeçou a pintar: "Macumbaria poética - ancestralidade"
Neres recomeçou a pintar:
"Macumbaria poética - ancestralidade"
Esse é meu grito. Meu silêncio: "Macumbaria poética -
ancestralidade"!
Meu protesto/pro-texto/pro-ancestralidade? Um
oceano separa minhas mãos, mas bebo na água ancestral; minhas raízes! Quero
cavar fundo meus ossos e descobrir qual a mãe primeira & a infância: todas!



Esse é meu grito. Meu silêncio: "Macumbaria poética - ancestralidade"!
Meu protesto/pro-texto/pro-ancestralidade? Um oceano separa minhas mãos, mas bebo na água ancestral; minhas raízes! Quero cavar fundo meus ossos e descobrir qual a mãe primeira & a infância: todas!
Quem
puder divulgar: agradeço e muito. Abraços.
"Macumbaria poética - ancestralidade"
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