terça-feira, 16 de setembro de 2014

“um pedaço de chuva no bolso”

NERES é um orixá da poesia, um poeta de terreiro que, com sua flecha de anjo trágico, acende as asas da emoção. Nos “olhos de barro” de Neres “outros silêncios” se anunciam, prenhes de signos, para compor a sinfonia do acaso. Neste novo livro, Neres, sacerdote inominável que carrega “um pedaço de chuva no bolso”, segue por uma tempestade de metáforas, advindas de um longínquo abismo que abriga no peito. (fragmento de José Inácio Vieira de Melo)

Conheça, adquira:
http://www.zungueira.com.br/um-pedaco-chuva-bolso-neres.html

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Neres, autor do livro Um Pedaço de Chuva no Bolso, Editora Kazuá, participa da Fliparanapiacaba

Neres, autor do livro Um Pedaço de Chuva no Bolso, Editora Kazuá, participa da Fliparanapiacaba – Feira Nacional Literária da Vila Paranapiacaba. A Feira acontecerá entre os dias 4 e 7 de setembro de 2014, das 10 às 17h, na Vila Inglesa, Patrimônio Histórico e Cultural de Paranapiacaba, em Santo André, São Paulo e terá como homenageada a autora Hilda Hilst.



http://editorakazua.com.br/autores/neres/kazua-indica-neres-na-fliparanapiacaba/

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Neres na Fliparanapiacaba - Primeira Feira Nacional Literária da Vila Paranapiacaba

Fliparanapiacaba - Primeira Feira Nacional Literária da Vila Paranapiacaba
Estarei no dia 06, no Espaço de Lançamentos no Mercado, das 10h00 às 12h00, com meu livro: Um pedaço de chuva no bolso, Editora Kazuá.
E: Antiga Padaria – Oficina: Prosa poética é poesia?- 14h00 às 15h15

Confira a programação:
http://fliparanapiacaba2014.wix.com/fliparanapiacaba#!sobre-1/c1nfx

quinta-feira, 17 de julho de 2014

o livro: “um pedaço de chuva no bolso”

Sobre o autor: Simplesmente Neres

Ele procura brechas nos detalhes das imagens para mergulhar. Depois do salto, só há a entrega, e ele, então, é todo novas criações.

Neres é assim: onírico, mítico e metalinguístico; fazedor de macumbaria poética, exercita-se, a cada dia, como multiartista. Seus mil espelhos refletem o arte-educador, o produtor cultural, o ficcionista, o roteirista, o poeta, o compositor, o intérprete e o pai da Gabriela e do Vinícius.

Tem ainda outros três filhos de tinta e palavras: Pássaros de Papel, Outros Silêncios e Olhos de Barro. Além do quarto rebento de poemas em prosa que está a caminho, pensa em gravar seu primeiro CD com composições próprias.

Sobre o livro: “um pedaço de chuva no bolso”, no site: Editora Kazuá.

://editorakazua.com.br/autor/neres/

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Como adquirir "Um pedaço de chuva no bolso", quatro livro de Neres, publicação Editora Kazuá (2014).

Como adquirir "Um pedaço de chuva no bolso", quatro livro de Neres, publicação Editora Kazuá (2014).

Com o autor (autografado especialmente). No site da editora, e na Livraria Cultura.

e-mail de contato: outrossilencios@gmail.com

ou por inbox.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

ANDANÇAS DE JUNHO (MAUÁ e Casa das Rosas): LANÇAMENTO DO LIVRO “UM PEDAÇO DE CHUVA NO BOLSO”, Editora Kazuá, Neres.


· Terça, 10 de junho às 19:00, Varal do Pensamento na biblioteca Cecilia Meireles, Rua Campos Sales, 371 - Vl. Bocaina, Mauá.

· Quarta, 11 de junho às 19:00. - Casa das Rosas, São Paulo.
Diálogos ancestrais com: Kiusam de Oliveira (escritora), Nega Duda (sambadeira, agitadora cultural), Oswaldo Faustino (jornalista), Radi Oliveira (poeta, agitadora cultural), Sapopemba (Mestre de cultura popular* a confirmar presença).



quarta-feira, 28 de maio de 2014

Minha bandana vermelha, minha bandeira de guerra (cançāo para Alex Street Gna), por Neres.




a neblina aparece, sombras caminham sem medo, é o frio que instala na pele, tenho o caminho tenho a rua meus passos são firmes lentos e notícias embrulham nossas rimas: não me assustam, cheguei até aqui, um passo no inferno, mas o frio acompanha, quem apanha? trago a fumaça do apocalipse, os quatro cavaleiros na minha pele. os vermes já tentaram furar minha mente, mas para eles eu mostro minhas correntes: minha lingua afiada, bebo a rua e as quebradas, livros carrego no sangue. traição lido com minha luta. meu corpo é um mapa, é sina, é ferro que não enverga. cicatrizes abertas não negam a luta a batalha. vamos somos a neblina, fumaça tribal, o aço o cromo nossas asas não quebram, o som o terror o jogo: as cartas estão na mesa, nos ossos guardo os mistérios, e uma carta sem endereço remetente, dormir doe os ossos. meus olhos o frio acompanha, vamos sem medo. o som o terror o jogo. vem na rima! aos guerreiros trago o meu sangue. ninguém vai destruir, ninguém. somos a neblina.


Escutem: http://paranarap.com.br/alex-street-gna-sempre-em-prol-do-gangsta-single/

Inédito: Macumbaria Poética - Arte ancestral: é diálogo ancestral, respeito na caminhada!