terça-feira, 23 de junho de 2015

Inédito

"os galhos de ervas de meu avô sabiam curar infâncias. tenho seu nome tatuado em ossos. o feitiço do tempo a saber: sou fragmento de passos".


Macumbaria Poética - Arte ancestral
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segunda-feira, 1 de junho de 2015

residência artística; Macumbaria Poética - Arte ancestral.

Compartilhar saberes (estilo residência artística). Será em Santo André.

Macumbaria Poética - Arte ancestral. Vai se reunir para festejar os saberes ancestrais!


UM PEDAÇO DE CHUVA NO BOLSO - a mística do texto habitável
Projeto e Coordenação de José Geraldo Neres.


Santo André. Segundas. Mês novo. Acontece: gratuito.
Traz o sorriso ancestral, batuque!
— se sentindo muito feliz
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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Peço licença a quem de direito. Saudações


Peço licença a quem de direito. saudações (Quem puder ajudar a divulgar esse trabalho: agradeço imensamente. Estou encontrando uma certa resistência em compartilhar esses saberes).

Macumbaria Poética - Arte ancestral. Pesquisa independente cultura afro-ameríndia: Diversidade, diálogo, respeito, saberes & sabores: compartilhar as ondas ancestrais líquidas (dança, música, artes plásticas, artes cênicas, cultura popular, literatura, culinária, e outras). Projeto desenvolvido através da vivência do pesquisador independente, ao longo de seus 48 anos.

Poeta, ficcionista (quatro livros, sendo “um pedaço de chuva no bolso” sua mais recente publicação), produtor cultural, arte-educador, roteirista, compositor, e intérprete: arteiro. Simplesmente NERES. Pesquisador independente, editor e produtor de cultura ancestral afro-ameríndia. Roteirista. Dramaturgo. Curador de encontros multilinguagens.


Livros publicados: Pássaros de papel (Dulcinéia Catadora, 2007) e Outros silêncios (Escrituras Editora, 2009). Olhos de barro (Editora Patuá), "UM PEDAÇO DE CHUVA NO BOLSO", pela Editora Kazuá.

Macumbaria Poética - Arte ancestral
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quinta-feira, 9 de abril de 2015

bom dia para quem é de dia, boa noite para quem é da noite.

bom dia para quem é de dia, boa noite para quem é da noite.
meu tempo de produzir, organizar, editar, e ser cura-a-dor de eventos culturais já foi para o mar. necessito mergulhar profundamente na arte poética que acredito, mas não é possível fazer tudo sozinho: necessário outras e outros para fazer esses caminhos e encruzilhadas.
quem estiver interessado em fazer parte dessa experimentAçāo e troca de saberes: in-box.
Macumbaria Poética - Arte ancestral: compartilhar saberes, sempre e sempre!

Pindorama - Semana da Cultura Caiçara de Santos - Intervenção artística de improvisação coletiva com dança, música e literatura.

Pindorama - Semana da Cultura Caiçara de Santos
Intervenção artística de improvisação coletiva com dança, música e literatura.
O encontro propõe um espaço de investigação do corpo, da palavra e do som para compor o imaginário caiçara através da Fortaleza da Barra, sua história e paisagem. Com os poetas Neres José Geraldo, Diego Fernandes da Cruz,Flávio Viegas Amoreira, as criadoras-intérpretes Célia Faustino, Renata Fernandes, Celso Lima, a atriz Gigi Fernandes e os músicos Fernando RamosNila Madhava Jr.. e Fernando José Santos.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Um Pedaço de Chuva no Bolso, Neres. Editora Kazuá

Um livro é um mundo… Dê mundos de presente!

Um Pedaço de Chuva no Bolso, Neres. Editora Kazuá

Neres nos envolve com sua prosa poética, valendo-se, primordialmente, do onírico e do fantasioso, e embalando almas com belas figuras de linguagem: “Ela banha-se nas horas. Lava cada palavra com a tempestade. Os pensamentos cantam na corda do violão silvestre e decoram o vazio do lar. Coloca-os em estantes, criados-mudos, com igualdade entre as flores para que elas a deixem em paz, para não enlouquecer. É o encontro com o que chamamos mundo. A melodia para que a faça entender: não pode iluminar todos os caminhos”.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

“um pedaço de chuva no bolso”

NERES é um orixá da poesia, um poeta de terreiro que, com sua flecha de anjo trágico, acende as asas da emoção. Nos “olhos de barro” de Neres “outros silêncios” se anunciam, prenhes de signos, para compor a sinfonia do acaso. Neste novo livro, Neres, sacerdote inominável que carrega “um pedaço de chuva no bolso”, segue por uma tempestade de metáforas, advindas de um longínquo abismo que abriga no peito. (fragmento de José Inácio Vieira de Melo)

Conheça, adquira:
http://www.zungueira.com.br/um-pedaco-chuva-bolso-neres.html