Recebi a apresentação de meu livro "UM PEDAÇO DE CHUVA NO BOLSO" que está no forno, espero que meu presente de aniversário esteja a disposição de todos e todas logo logo, estou feliz com a possibilidade deste novo rupturalivro estar em circulação ainda este ano. Agradeço a todos meus mestres, a todos e todas amigos e amigas, irmãos e irmãs, pois sem esse diálogo de ritmo circular de celebração da vida: não seria possível realizar um novo livro. Agora anotem o nome do livro e como recebi um novo batismo: vou assinar e assimilar meu novo nome mítico. "NERES". (by: Claudio Willer, do qual recomendo um livro em especial "um obscuro encanto - gnose. gnosticismo e poesia moderna", *Tese de Doutorado publicado pela editora Civilização Brasileira: um livro essencial e necessário).
Não vou mencionar o nome de todos e todas que colaboraram para a feitura deste novo livro, pois certamente vou me esquecer de alguém muito importante: somos elos de uma corrente e todos elos são importantes para meu aprendizado e caminhada.
Depois de ir abraçar minha mãe Oxum na cachoeira, e agradecer o meu batismo literário "NERES" e tudo que me é dado em meu viver!
Vou oferecer esse post a todos e todas e celebrar Pai Xangô! Minha pequena e humilde homenagem: a Xangô! Kaô Kabecilê!
Há abraços e beijos em Saravá! E Axé ou como gosto de dizer e escrever (tudo junto e misturado: nosso povo lindo entende o riscado e não tem medo de pó de pemba!): Háabraçosebeijosemsaraváaxé!https://www.facebook.com/MacumbariaPoetica
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
O Projeto (depois de censurado); chega à simbólica e mágica vitória: são mais de 449 vozes a partilhar e curtir essa teimosia ancestral que chamo: Macumbaria Poética – Arte Ancestralidade!
O Projeto (depois de censurado); chega à simbólica e mágica vitória: são mais de 449 vozes a partilhar e curtir essa teimosia ancestral que chamo: Macumbaria Poética – Arte Ancestralidade!
https://myspace.com/ macumbaria.poetica
https://soundcloud.com/jos- geraldo-neres
Meu novo projeto e som: macumbaria poética - primeiro ato, em mp3, com direção e participação de Márcio Barreto (Percutindo Mundos); Peço Licença! EXÚ (O Guardião: “Àquele que vive a noite, que nos livre das emboscadas”)! LARÓYÈ!
https://myspace.com/
https://soundcloud.com/jos-
Meu novo projeto e som: macumbaria poética - primeiro ato, em mp3, com direção e participação de Márcio Barreto (Percutindo Mundos); Peço Licença! EXÚ (O Guardião: “Àquele que vive a noite, que nos livre das emboscadas”)! LARÓYÈ!
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
"Macumbaria poética" -Peço Licença! EXÚ (O Guardião: “Àquele que vive a noite, que nos livre das emboscadas”)! LARÓYÈ!
Quer escutar o primeiro ato do projeto (música inédita): "Macumbaria poética" -Peço Licença! EXÚ (O Guardião: “Àquele que vive a noite, que nos livre das emboscadas”)! LARÓYÈ!
Direção e participação de Márcio Barreto (Percutindo Mundos).
É Myspace! - https://myspace.com/ macumbaria.poetica
Há um pequeno fragmento de "Olhos de Barro"; agradeço muito Editora Patuá por acreditar na minha poesia!
Vamos dialogar! Beber música ancestral, troca de saberes!
Grande dia para todos e todas, saúdo a vida, saúdo a arte de viver, a celebração e respeito: sabedoria ancestral! Agradeço ser um aprendiz e poder compartilhar e dialogar saberes!
Hábraços. Saravá & Axé!
Direção e participação de Márcio Barreto (Percutindo Mundos).
É Myspace! - https://myspace.com/
Há um pequeno fragmento de "Olhos de Barro"; agradeço muito Editora Patuá por acreditar na minha poesia!
Vamos dialogar! Beber música ancestral, troca de saberes!
Grande dia para todos e todas, saúdo a vida, saúdo a arte de viver, a celebração e respeito: sabedoria ancestral! Agradeço ser um aprendiz e poder compartilhar e dialogar saberes!
Hábraços. Saravá & Axé!
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Macumbaria Poética - Arte ancestral (DIÁLOGOS&RESPEITO=DIVERSIDADE&SABERES), (by) Negozébantupepetupinambázezinhonaladeiradoabc7golpes, e ou simplesmente: Zézinho, e ou Geraldo, e ou Neres, e ou meu nome magístico: "Nic"; aquele que vem antes do vinho; o advinho, e ou:
hoje (Leia até o
final / Read to the end / Leer hasta el final): soul do sol ancestral. dá dó
nas ladeiras urucun comes&damião. são dois e dois na gira a brincar de bom
dia.
e fica assim:
!bate no peito. sou angola. sou a fumaça. seu medo. seu pesadelo. sou capoeira. na ladeira e na montanha. quero ver fumaça apagar o vento da criação e criar uma humanidade nova. quero meus colares e guias. quero o ouro a prata. quero a semente de aruanda. quero embolar meus irmãos e irmãs. quero ver roda girá. camará cacará. vamos embolar na capoeira. não fumaça ancestral o mundo não tem borda ou margem a gente é tudo junto e misturado. vem pra gira irmão!
?cantar minhas palavras de aprendiz ao lado de guerreiros e guerreiras: é água ancestral que me banha sempre; mas olhe a montanha: eu tenho os olhos vermelhos. não bloqueia eu mais não. (quer saber quem eu sou? olhe no seu espelho!).
-estilo: "metalforrotrashancestralnic"; macaxeira
venenosa com sorvete de creme das águas garrçaaaaaaaaa. vem ai os "águias
do oriente". quem vem?
-bom. queria dizer dia. queria dizer tanta coisa e talvez marcar um encontro musical com os "águias do oriente", mas você faceburro não entendi de música ou amizade além do circulo pequeno e infinito das amizades. então me passe um café. um suco. e deixa de me perguntar bobeiras. eita.
?!(7)= minha fé é meu aprendizado musical de vida e de amor. nela há música, há dança, há a pele dos atabaques ancestrais. há as ervas que iluminam e curam. há a justiça, há a criação, há a gestação, há o alimento e há fartura. há os mistérios do criador celestial (gosto de pensar nele no feminino; me desculpem mas águas tem esse sabor; bebo nesta água e continuo a viver a me renovar a celebrar a humanidade: respeito pela sabedoria e pratica dos mistérios magísticos de viver em harmonia e equilibrio natural e simples). acredito e tento fazer parte da minha caminhada de vida e aprendizado. bom dia, boa tarde, boa noite, boa de madrugadinha! amar a vida em toda sua tonalidade e intensidade e amor. sempre.
((&))=Um recado: fazer arte, é fazer arte, e não esquecer que temos que também lavar as louças, limpar a casa, e rezar para que os projetos sejam realizados, e continuar a acreditar que fazer arte é possível e necessário. Existe mais glamour em lavar, passar, limpar a casa, e continuar a acreditar que é possível acreditar algo. O sol nasce para todos; então vamos acreditar e realizar (acreditar apenas é inércia: tem que haver ação e reação). Que o Criador Maior sempre nos ilumine.
(by) Negozébantupepetupinambázezinh onaladeiradoabc7golpes, e ou simplesmente: Zézinho, e ou
Geraldo, e ou Neres, e ou meu nome magístico: "Nic"; aquele que vem
antes do vinho; o advinho, e ou:
Macumbaria Poética - Arte ancestral (DIÁLOGOS&RESPEITO=DIVERSIDADE &SABERES).
---novamente digo: dia do bom dia! (quero ver esse dia!).
=desejo a você o melhor dia da sua vida, e de todas as vidas. em todos os dias: sempre e sempre. e não venha me dizer que você o sol está cansado; ele que vá escutar um pouco de música ou empinar uns anjos de rinke.
=desejo a você o melhor dia da sua vida, e de todas as vidas. em todos os dias: sempre e sempre. e não venha me dizer que você o sol está cansado; ele que vá escutar um pouco de música ou empinar uns anjos de rinke.
três é um bom número. então sol! músíca para caminhar nos trabalhos nos braços da vida! quero ver a gira gira!
Abraços a todos e todas. Saravá & Axé.
José Geraldo Neres / José Geraldo Neres / José Geraldo Neres / Macumbaria Poética - Arte ancestral / Olhos de Barro / & o Mestre Pupa Buddah Pupa
e fica assim:
!bate no peito. sou angola. sou a fumaça. seu medo. seu pesadelo. sou capoeira. na ladeira e na montanha. quero ver fumaça apagar o vento da criação e criar uma humanidade nova. quero meus colares e guias. quero o ouro a prata. quero a semente de aruanda. quero embolar meus irmãos e irmãs. quero ver roda girá. camará cacará. vamos embolar na capoeira. não fumaça ancestral o mundo não tem borda ou margem a gente é tudo junto e misturado. vem pra gira irmão!
?cantar minhas palavras de aprendiz ao lado de guerreiros e guerreiras: é água ancestral que me banha sempre; mas olhe a montanha: eu tenho os olhos vermelhos. não bloqueia eu mais não. (quer saber quem eu sou? olhe no seu espelho!).
-estilo: "metalforrotrashancestralnic";
-bom. queria dizer dia. queria dizer tanta coisa e talvez marcar um encontro musical com os "águias do oriente", mas você faceburro não entendi de música ou amizade além do circulo pequeno e infinito das amizades. então me passe um café. um suco. e deixa de me perguntar bobeiras. eita.
?!(7)= minha fé é meu aprendizado musical de vida e de amor. nela há música, há dança, há a pele dos atabaques ancestrais. há as ervas que iluminam e curam. há a justiça, há a criação, há a gestação, há o alimento e há fartura. há os mistérios do criador celestial (gosto de pensar nele no feminino; me desculpem mas águas tem esse sabor; bebo nesta água e continuo a viver a me renovar a celebrar a humanidade: respeito pela sabedoria e pratica dos mistérios magísticos de viver em harmonia e equilibrio natural e simples). acredito e tento fazer parte da minha caminhada de vida e aprendizado. bom dia, boa tarde, boa noite, boa de madrugadinha! amar a vida em toda sua tonalidade e intensidade e amor. sempre.
((&))=Um recado: fazer arte, é fazer arte, e não esquecer que temos que também lavar as louças, limpar a casa, e rezar para que os projetos sejam realizados, e continuar a acreditar que fazer arte é possível e necessário. Existe mais glamour em lavar, passar, limpar a casa, e continuar a acreditar que é possível acreditar algo. O sol nasce para todos; então vamos acreditar e realizar (acreditar apenas é inércia: tem que haver ação e reação). Que o Criador Maior sempre nos ilumine.
(by) Negozébantupepetupinambázezinh
Macumbaria Poética - Arte ancestral (DIÁLOGOS&RESPEITO=DIVERSIDADE
---novamente digo: dia do bom dia! (quero ver esse dia!).
=desejo a você o melhor dia da sua vida, e de todas as vidas. em todos os dias: sempre e sempre. e não venha me dizer que você o sol está cansado; ele que vá escutar um pouco de música ou empinar uns anjos de rinke.
=desejo a você o melhor dia da sua vida, e de todas as vidas. em todos os dias: sempre e sempre. e não venha me dizer que você o sol está cansado; ele que vá escutar um pouco de música ou empinar uns anjos de rinke.
três é um bom número. então sol! músíca para caminhar nos trabalhos nos braços da vida! quero ver a gira gira!
Abraços a todos e todas. Saravá & Axé.
José Geraldo Neres / José Geraldo Neres / José Geraldo Neres / Macumbaria Poética - Arte ancestral / Olhos de Barro / & o Mestre Pupa Buddah Pupa
Moacir Amâncio - pó!é!tico ancestral das ladeiras e pó das ruas de andré cyti. ruas de barro cosmopolita
hoje, muito emocionado escrevo ao retornar de mais uma jornada literária e de vida; hoje finalmente pude apresentar à minha cidade mais um grande mestre de nossa literatura; e que em sua infância percorria as ruas do mesmo bairro que eu moro; e que passei boa parte de minha vida. emocionado ao ver parte de sua família. e ver tantos outros poetas e amigos ali presentes. ótimo apresentar um mestre e sentir nele parte de nossa cidade e de sua obra e jornada demiurga. muito emocionado, e realizado em abraçar um amigo em e irmão em poesia.
sabem quem?: Moacir Amâncio. sabe onde:? na casa onde o número se confunde com tantas histórias. e que refazemos as nossas. espero poder retornar e encontrar o pó!é!tico ancestral das ladeiras e pó das ruas de andré cyti. ruas de barro cosmopolita, onde as minas (+que princesas): são o berço de salomão, são joias raras: momentos de vida e renovação do diálogo ancestral de troca de saberes
http://buscatextual.cnpq.br/ buscatextual/ visualizacv.do?metodo=apresenta r&id=K4757988J9
sabem quem?: Moacir Amâncio. sabe onde:? na casa onde o número se confunde com tantas histórias. e que refazemos as nossas. espero poder retornar e encontrar o pó!é!tico ancestral das ladeiras e pó das ruas de andré cyti. ruas de barro cosmopolita, onde as minas (+que princesas): são o berço de salomão, são joias raras: momentos de vida e renovação do diálogo ancestral de troca de saberes
http://buscatextual.cnpq.br/
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Pássaros de papel - Pájaros de papel, de José Geraldo Neres, edição bilíngüe. (mantendo o projeto original da edição artesanal DULCINÉIA CATADORA 2007), agora pela Antaura Ediciones (España).
Em breve meu primeiro livro estará nos braços de novos leitores! Qual livro? O primeiro: Pássaros de papel - Pájaros de papel, de José Geraldo Neres, edição bilíngüe. (mantendo o projeto original da edição artesanal DULCINÉIA CATADORA 2007), agora pela Antaura Ediciones.
Volume 1, capítulo I (a Dalila Teles Veras)
“gotas de dias, a janela abre, visita de vagalume”.
“gotas de días, la ventana abre, visita de luciérnaga”.
capítulo II, (a Beth Brait Alvim)
“gênesis: relâmpago-pecado, corpos na muralha d’ água”.
“génesis: relámpago-pecado, cuerpos en la muralla de água”.
Volume 2, capítulo III, (a Claudio Willer)
“urbano: palavra sem força, brinca o silêncio”.
“urbano: palabra sin fuerza, juega el silencio”.
capítulo IV, a (Cláudio Feldman)
“ingênuo: sonho de inverno, no peito; os pássaros ciganos”.
“ingenuo: sueño de invierno, en el pecho; los pájaros gitanos”.
©Del portugués, José Geraldo Neres.
©De la traducción, Marcela Collins.
©Por la presente edición, Antaura Ediciones, 2013.
antauraediciones@hotmail.com
apresentações em português: por Ricardo Alfaya e Teruko Oda.
en español: Blanca Castellon, Oscar Portela, y Nicasio Urbina.
Obrigado Antonio Alfeca, por mais essa publicação. Obrigado.
Dulcinéia Catadora é um projeto-irmão do Eloísa Cartonera, que se propõe a oferecer a pessoas que nunca tiveram contato com a produção artística, a possibilidade de desfrutarem da criação. Todas as iniciativas do Dulcinéia Catadora têm sempre o compromisso com a distribuição do conhecimento e da renda, num ambiente de criatividade. O projeto, que tem o apoio do Movimento Nacional do Catadores de Recicláveis, trabalha com catadores de lixo, editando livros de contos e poesias com capas feitas de papelão comprado dos catadores a um real o quilo, quando eles normalmente o vendem a 30 centavos. As capas são pintadas à mão por filhos de catadores.
Agradeço e muito a Lucia Rosa por acreditar em livros/arte/humanidade.
Volume 1, capítulo I (a Dalila Teles Veras)
“gotas de dias, a janela abre, visita de vagalume”.
“gotas de días, la ventana abre, visita de luciérnaga”.
capítulo II, (a Beth Brait Alvim)
“gênesis: relâmpago-pecado, corpos na muralha d’ água”.
“génesis: relámpago-pecado, cuerpos en la muralla de água”.
Volume 2, capítulo III, (a Claudio Willer)
“urbano: palavra sem força, brinca o silêncio”.
“urbano: palabra sin fuerza, juega el silencio”.
capítulo IV, a (Cláudio Feldman)
“ingênuo: sonho de inverno, no peito; os pássaros ciganos”.
“ingenuo: sueño de invierno, en el pecho; los pájaros gitanos”.
©Del portugués, José Geraldo Neres.
©De la traducción, Marcela Collins.
©Por la presente edición, Antaura Ediciones, 2013.
antauraediciones@hotmail.com
apresentações em português: por Ricardo Alfaya e Teruko Oda.
en español: Blanca Castellon, Oscar Portela, y Nicasio Urbina.
Obrigado Antonio Alfeca, por mais essa publicação. Obrigado.
Dulcinéia Catadora é um projeto-irmão do Eloísa Cartonera, que se propõe a oferecer a pessoas que nunca tiveram contato com a produção artística, a possibilidade de desfrutarem da criação. Todas as iniciativas do Dulcinéia Catadora têm sempre o compromisso com a distribuição do conhecimento e da renda, num ambiente de criatividade. O projeto, que tem o apoio do Movimento Nacional do Catadores de Recicláveis, trabalha com catadores de lixo, editando livros de contos e poesias com capas feitas de papelão comprado dos catadores a um real o quilo, quando eles normalmente o vendem a 30 centavos. As capas são pintadas à mão por filhos de catadores.
Agradeço e muito a Lucia Rosa por acreditar em livros/arte/humanidade.
¡Olé Arriba! ¡Llegó Gitanos! ¡Saludos a la caravana, y los hijos del viento! - minha homenagem ao saudoso Alberto Marsicano
¡Olé Arriba! ¡Llegó Gitanos! ¡Saludos a la caravana, y los hijos del viento!
Vagueamos pela Terra, nossos corações são plenos de júbilo e nossas almas plenas de sonhos (Provérbio cigano).
Me emociono com este domingo, e como estou longe deste irmão e mestre, fica aqui minha homenagem ao saudoso Alberto Marsicano (recebi a notícia do desencarne dele: prefiro deixar este fragmento de um canto ancestral dele):
“El duende” – termo magístico utilizado pelo povo cigano para exprimir o poder mágico ou força que imanta certos artistas. É um poder, não uma atitude; é uma luta, não um conceito, e nenhuma emoção é possível sem sua mediação.
Posso chamar de um pequeno trecho caminhando junto aos Filhos do Vento. Certamente outros detalhes de cunho magístico e religioso deveriam serem mencionados, mas como não é possível fixar o vento, o tempo escorre por entre os dedos e os carroções continuam sua jornada, e pode ser consultado/encontrado no livro “Os Ciganos na Umbanda” – Alberto Marsicano e Lurdes de Campos Vieira, (Madras).
*fragmento da palestra:“Os filhos do vento” & “O Romanceiro Cigano, do poeta espanhol Federico García Lorca” – com o poeta José Geraldo Neres, no Templo de Umbanda Pai Joaquim de Angola e Caboclo treme Terra, Dirigente Espiritual Mãe Zilda e Pai Pequeno Alexandre. Durante a FESTA ESOTÉRICA (10/07/2011)
Vagueamos pela Terra, nossos corações são plenos de júbilo e nossas almas plenas de sonhos (Provérbio cigano).
Me emociono com este domingo, e como estou longe deste irmão e mestre, fica aqui minha homenagem ao saudoso Alberto Marsicano (recebi a notícia do desencarne dele: prefiro deixar este fragmento de um canto ancestral dele):
“El duende” – termo magístico utilizado pelo povo cigano para exprimir o poder mágico ou força que imanta certos artistas. É um poder, não uma atitude; é uma luta, não um conceito, e nenhuma emoção é possível sem sua mediação.
Posso chamar de um pequeno trecho caminhando junto aos Filhos do Vento. Certamente outros detalhes de cunho magístico e religioso deveriam serem mencionados, mas como não é possível fixar o vento, o tempo escorre por entre os dedos e os carroções continuam sua jornada, e pode ser consultado/encontrado no livro “Os Ciganos na Umbanda” – Alberto Marsicano e Lurdes de Campos Vieira, (Madras).
*fragmento da palestra:“Os filhos do vento” & “O Romanceiro Cigano, do poeta espanhol Federico García Lorca” – com o poeta José Geraldo Neres, no Templo de Umbanda Pai Joaquim de Angola e Caboclo treme Terra, Dirigente Espiritual Mãe Zilda e Pai Pequeno Alexandre. Durante a FESTA ESOTÉRICA (10/07/2011)
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